Monthly Archives: Novembro 2012

Viva a P.S.P.


Há muito se previam os  acontecimentos ontem despoletados pelo bando de potenciais terroristas urbanos. Por toda a Europa existem grupos organizados e subsidiados não se sabe por quem, abastadamente viajando de capital em capital espalhando a destruição e tendo como único fim, a instalação do medo e do caos que prenunciam o minar das instituições garantes do Estado de Direito. Tal sucedeu ontem em Lisboa. Durante uma hora e meia, a PSP foi de uma abnegada dedicação ao seu dever e se suportou durante um tempo infindo as agressões, insultos ditos em português escorreito – ou melhor, berrados por cúmplices nacionais – e a destruição da propriedade do Estado, tal se deveu à espantosa coragem física dos agentes e ao excepcional treino e preparação psicológica ministrado pelas autoridades. Um exemplo que o mundo viu e comentou. Resta-nos questionar acerca do paradeiro dos “brigadistas” que mercê Schengen livremente  cirandam por Berlim, Amesterdão, Paris, Madrid, Roma, Bruxelas , Atenas, Londres e Lisboa.

Ler o resto pela mão do Lisboa S.O.S.

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Filed under Desesperados, Direitos Humanos, Política Caseira

A origem…

“Na origem do endividamento público gigantesco estão opções políticas erradas em que o ministro, o primeiro-ministro ou presidente de câmara gastou dinheiro dos impostos das pessoas, endividou a câmara e o país no seu benefício político directo, ou seja, para ganhar as próximas eleições”, afirmou o presidente da Câmara do Porto.

Rui Rio falava no Porto, no 1º Congresso Internacional “Ciência, Empreendedorismo e Empregabilidade”, sustentando que foi isto “que aconteceu no país e à escala municipal, em muitas câmaras municipais, ao longo dos anos”.

Ler tudo: Económico  

A propósito de dívida pública recomenda-se este pequeno ensaio onde Paulo Trigo nos demonstra em duas partes o que deve ser feito com a Dívida e com a Democracia. Dado que a Dívida pode acabar com a Democracia ou pelo menos remetê-la para um lugar secundário com todos os perigos, que podem daí advir.

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