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Um exemplo típico de falta de verticalidade e de oportunismo politico.

O Portugal-gay made in Cavaco Silva e oposição já com o Papa em Roma

Cavaco promulgou a lei do casamento gay apesar de discordar frontalmente da sua essência. Ou seja, aprova algo com que discorda no seu fundo. Chama-se a isto “coerência intelectual e política”, ou, como diz o locatário de Belém, “ética da responsabilidade”, uma invenção de Maquiavel por contraposição à ética de convicção de raiz kantiana, que era o que o PR deveria ter feito. É certo que a esquerda – toda ela – pegou de “empurrão no meio do imenso comboio” ao sufragar esta nova forma de casamento que, curiosamente, assume a mesma designação do que os casamentos heterosexuais. Estranho!!!

Não podia estar mais em acordo com o Macroscópio.

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