Manuel Alegre: o poeta que queria ser PR

Manuel Alegre é o candidato do BE que também quer o apoio do PS para Belém. Durante um ano andou de braço dado com o partido radical de Louçã propondo tudo e mais alguma coisa, só porque era populista; durante décadas assentou arraiais no parlamento como deputado e nenhuma proposta de lei se lhe conhece em prol do país e dos portugueses; hoje passeia-se pelos escaparates e aproveita o tempo de antena que as estações de tv indevidamente lhe concedem – por cause de Belém – mas que o poeta aproveita para ir publicitando os seus livrinhos. Ora, isto deveria sugerir ao poeta alguma reserva, até por motivos comerciais e publicitários, já para não falar nas questões éticas que o oportunismo político do poeta revela desconhecer. O que é lamentável e diz muito da sua forma de esmifrar a democracia que o tem servido. Alegre ainda não percebeu uma coisa: divide mais do que federa os portugueses, e dentro do PS tem mais anti-corpos do que apoios. E não basta ter o apoio do autarca da capital, virtual nº 2 do PS para que o poeta seja empurrado para Belém pelo actual partido no poder. Portugal precisa de alguém que conheça efectivamente os problemas do país, que conheça por dentro o funcionamento do Estado e que seja um conhecedor experimentado nas questões internacionais, por onde passa boa parte das decisões de teor económico e financeiro que interessam a Portugal. Alegre não goza de nenhuma dessas qualidades, restando-lhe, hoje, mui sofrivelmente, arrastar-se diante das estações de tv a promover os seus livrinhos que, parece, são de leitura obrigatória por parte dos amigos e da entourage e demais brigada do reumático que o acompanha. De facto, o poeta dá um “bom” candidato do BE a uma autarquia de subúrbios, tipo Salvaterra de Magos e uma péssima imagem ao país. Ainda que concentre em si um capital político e simbólico contra a ditadura feito no exílio, mas isso não faz dele, salvo o pensamento de algumas aves-raras autárquicas que sonham em destituir Sócrates do poder, um candidato natural a Belém. A não ser na sua cabeça e, pelos vistos, na de Anacleto Louçã.
Obs:

Manuel Alegre é mais um entre muitos dos “políticos” que nunca produziram nada na vida, nunca tiveram uma profissão definida sequer.
A verdadeira especialidade deste tipo de “democratas” é realmente esmifrar a democracia  e as suas instituições.


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Filed under Cidadania, Política Caseira

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